cerrado-dodesign-s

BrasilEnglish
Apresentação
A Caatinga e o Cerrado surpreendem com suas paisagens, grande variedade de fauna, flora, recursos hídricos e uma enorme diversidade sociocultural. Apesar, dos inúmeros desafios, as pessoas desses biomas têm interagido com suas dificuldades de uma forma cada vez mais proativa. Essa é uma realidade que pode ser demonstrada em números e pelo crescimento e sustentabilidade de empreendimentos que hoje atuam no mercado interno e externo, largando o estigma da desarticulação e da pobreza para se tornarem comunidades saudáveis, tendo como diferencial de mercado a relação respeitosa com a natureza e com o conhecimento tradicional.
» Saiba mais
Novidades por email

Cadastre seu email abaixo
para receber os novos textos
publicados no site:

COOPERCUC

base_clip_image002

COOPERCUC
Cooperativa Agropecuária Familiar de Uauá, Canudos e Curaçá

Site: www.coopercuc.com.br
Catálogo de produtos: www.coopercuc.com.br/produtos

CNPJ: 04.064.415/0001-80

Endereço:
Rua São Paulo, 409
Centro – Uauá – BA

Telefone e Fax institucionais:
(74) 3673-1428

E-mail institucional:
vendas@coopercuc.com.br
coopercucvendas@yahoo.com.br
jussara@coopercuc.com.br

Representante comercial:
Jussara Dantas

Histórico

Tudo começou com o trabalho de um grupo de mulheres. Que preparava e usavam o umbu de outras formas como umbuzada (a fruta cozida com leite), mendenge (doce do umbu verde). Formava-se um grupo de mulheres com o nome “grupo unidos no sertão” que se encontravam para experimentar receitas diferentes e para trocar experiências. Esse grupo recebeu uma orientação da ONG IRPAA (Instituto Regional de Pequena Agropecuária Apropriada) de Juazeiro que organizou seminários com o objetivo da conscientização da população sertaneja.

A idéia principal do IRPAA é uma mudança da visão do semi-árido. A realidade da falta de chuva com uma pluviosidade em media 480 mm por ano com estiagem de até 9 meses e secas prolongadas, tinha-se uma visão “a luta contra a seca”. A visão do IRPAA seria mudar essa visão para a “convivência com o semi-árido”. Neste sentido eles começaram a de trabalhar com grupos já existentes em Uauá. Objetivo de usar o conhecimento e as plantas nativas para geração de renda. Esse grupo de mulheres periodicamente se reunia para discutir e encaminhar os assuntos debatidos nos encontros. Foi daí que surgiu a idéia de trabalhar o beneficiamento das frutas, com o propósito de evitar a perda dos frutos nativos durante a safra, transformando os mesmos em doces, sucos, compotas, polpa pasteurizada e geléias, armazenando em suas casas para ajudar na alimentação familiar.

Devido à necessidade de melhorar a organização da produção, o grupo fundou no dia 12 de abril de 2003 a COOPERCUC (Cooperativa Agropecuária Família de Canudos Uauá e Curaçá) que foi legalmente registrada em 24 de junho de 2004 mais de um ano após a sua fundação.

No mesmo ano 2003 foi aprovado um projeto com uma entidade chamada CRS (organização da Cáritas dos EUA) para construir uma unidade de beneficiamento de frutas para dar suporte à produção das comunidades, que começou a funcionar em janeiro de 2004.  Esta unidade de processamento com 250 dias de trabalho e 1 turno de 8 horas com 5 pessoas trabalhando, tem a capacidade de produzir 60 toneladas/ano de doces, geléias e compota.

O segundo passo foi na estruturação do processamento nas comunidades, em 2005 com ajuda do Slow Food (ONG da Itália: Fundação para a biodiversidade), quando foram construídas 13 mini – fábricas em diferentes comunidades, para melhorar as condições de produção e aumentar o volume produzido pelos grupos através da COOPERCUC, em diferentes comunidades sendo: 1 no Município de Canudos (comunidade de Sítio do Tomas), 8 no Município de Uauá (nas comunidades de Serra da Besta, Caititus, Marruá, Desterro, Lages das Aroeiras, Testa Branca, Caldeirão do Almeida e Cocobocó), e 4 no Município de Curaçá (nas comunidades de Serra Grande, Brandão, Caladinho e Cachaqui).
Cada mini – fábrica tem a capacidade de produzir 10 toneladas/ano de geléia, doce, compotas e polpas, trabalhando 120 dias, 1 turno de 8 horas/dia com 10 pessoas operando.

Atualmente envolve um conjunto de 206 famílias no processo organizativo e produtivo na transformação de frutas nativas em produtos acabados para o mercado, envolvendo o trabalho basicamente de mulheres e jovens, os quais representam mais de 85% do público envolvido.

Número de famílias

    1. Associadas: 141
    2. Famílias atendidas ou beneficiadas: 250

Cadeias produtivas

Produtos derivados de umbu, maracujá da caatinga, manga, goiaba e banana.
Certificados: Visa Municipal
Validade dos produtos: 18 meses

Disponibilidade de vendas

Produtos

Unidade

Produção atual/ano
(última safra)

Capacidade de produção anual

Doce de Banana com maracujá

Vidro 290g

15000

25000

Doce em corte de umbu orgânico

Caixa 300g

15000

60000

Doce cremoso de Umbu Orgânico

Vidro 290g

15000

60000

Geléia de Umbu Orgânico

Vidro 300g

15000

60000

Compota de Umbu  Orgânico

Vidro 590ml

25000

50000

Geléia de Maracujá Nativo Orgânico

Vidro 300g

15000

60000

Doce cremoso de Goiaba

Vidro 290g

15000

30000

Compota de Manga

Vidro 590ml

10000

25000

Doce cremoso de umbu Light  Orgânico

Vidro 290g

6000

25000

Geléia de Maracujá  Orgânico

Vidro 300g

6000

30000

Encontre empreendimentos e comunidades
São apoiadores desta inciativa:DEDKASIICAISPNUnião EuropéiaAgendha
GTZCooperação Brasil-AlemanhaCodevasfMinistério da Integração NacionalMinistério do Desenvolvimento AgrárioMinistério do Meio AmbienteBrasil - Governo Federal
DoDesign-s Design & Marketing